quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Em pleno Museu não contive as lágrimas

e foi assim tão simples: sentou-se ao piano do bar do Museu (do pão) e começou a tocar, divinalmente e mesmo que aparentemente tivesse parecido que ninguém estivesse a prestar a mínima atenção (como é possível dá para perguntar!!! talvez pensassem que era música ambiente ....enfim, por vezes a arte quando inesperada de contexto passa despercebida na multidão, da mesma forma que se colocássemos um músico de renome internacional - como já foi feito em Nova Iorque- numa qualquer estação de Metro de Lisboa ninguém pararia para apreciar a música...), tocou-me de uma forma que não consegui conter as lágrimas....em pleno dia e em pleno Museu.

Disse que era apenas um autodidacta. Agradeci-lhe pelos momentos que nos deu. Não perguntei o seu nome, mas o momento, esse registei.


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